Anomalias Congênitas: Transposição dos Grandes Vasos

INTRODUÇÃO

O sistema cardiovascular fetal possui um comportamento diferente do coração de um adulto.A placenta age como pulmão, fornecendo oxigenação e troca de metabólitos entre a mãe e o feto, os ventrículos, intra-útero trabalham em paralelo e não em série graças a três comunicações importantes (o ducto venoso, o forame oval e o canal arterial), que fecham logo após o nascimento. Esta circulação paralela permite ao coração fetal adaptar-se às mudanças no fluxo sanguíneo de um ventrículo ao outro, tornando possível ao feto sobreviver mesmo portando de graves anomalias cardíacas estruturais, como a transposição das grandes artérias (COHEN, 2001).
A transposição dos grandes vasos da base foi descrita pela primeira vez em 1797 por Matthew Baillie, porém somente com o advento da ultrassonografia, da
ecocardiografia, do cateterismo intervencionista e do avanço das técnicas cirúrgicas da atualidade é que esta anomalia congênita alcançou êxito no diagnóstico precoce,
tratamento adequado e melhora do prognóstico e da morbidade dos recém nascidos acometidos

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